800-1.000 W
Casa de banho ou escritório
Com esta potência chega para aquecer uma divisão pequena. Na casa de banho, um toalheiro de 300-600 W já faz o trabalho.

Os modelos que mais estão a sair nestes dias, com entrega rápida e 30 dias para os devolveres.
Desculpe, nenhum resultado com os filtros selecionados
O calor de fundo da casa: demoram mais a arrancar, mas mantêm a temperatura estável e programam-se por horas.
De quantos watts preciso? A regra rápida são 100 W por cada m² com um isolamento normal. Desce para 80 W se a casa estiver bem isolada e sobe para 120-130 W se for um apartamento antigo, com pés-direitos altos ou no último piso.
800-1.000 W
Casa de banho ou escritório
Com esta potência chega para aquecer uma divisão pequena. Na casa de banho, um toalheiro de 300-600 W já faz o trabalho.
1.000-1.500 W
Quarto
Prioriza aqui o silêncio e a programação: um emissor térmico sem ventilador não te acorda durante a noite.
1.500-2.500 W
Sala média
A divisão onde passas mais horas. Interessa um sistema que mantenha o calor, não só que aqueça depressa.
2.500 W ou mais
Sala grande ou aberta
Acima de 25 m² costuma compensar mais um split com bomba de calor ou repartir o calor por dois pontos do que forçar um só aparelho.
O mais prático quando precisas de calor já: começam a soltar ar quente ao instante e aquecem uma divisão pequena ou média em poucos minutos.
Muita potência de calor para divisões grandes e espaços exteriores. As de gás, além disso, funcionam onde não há uma tomada por perto.

Diz-nos o que mais te importa —a rapidez, o consumo, não fazer obras— e dizemos-te que sistema encaixa contigo. E se preferires comparar tu mesmo, em baixo tens os oito sistemas lado a lado.
O que é que mais te importa?

É o sistema que se nota primeiro: em menos de um minuto já está a soltar ar quente. Perfeito para a hora de ponta da casa de banho de manhã ou para aquecer a sala enquanto o resto da casa ganha temperatura.
Potência habitual de 1.500 a 2.000 W. Dá muito calor de uma vez, por isso é para períodos curtos. Se o quiseres fixo e sem ocupar chão, vê os aquecedores de parede.

A opção para a divisão onde passas horas. Demora um pouco mais a arrancar, mas mantém uma temperatura constante e, com o programador, só consome quando é preciso.
De 1.000 a 1.500 W consoante os metros da divisão. Com um termostato inteligente aproveitas toda a programação.

Se o que te preocupa é a fatura, este é o sistema mais eficiente do catálogo: não gera calor a queimá-lo, transporta-o do exterior. Por cada kWh que pagas obténs vários de calor.
Precisa de instalação profissional. Para o dia a dia combina bem com um emissor térmico nos quartos.

Ligar à tomada e mais nada: nem obras, nem buchas, nem autorização do senhorio. E como o óleo guarda o calor, continua a aquecer a divisão um bom bocado depois de o desligares.
De 1.500 a 2.500 W. Se procuras uma alternativa mais leve e de aquecimento mais rápido, ainda que sem essa inércia, vê os radiadores de mica.

Resolve duas coisas ao mesmo tempo: aquece a casa de banho, que costuma ser a divisão mais fria da casa, e deixa a toalha seca e quente. E apenas pesa na fatura.
Para um banho quente sem esperas, completa-o com um esquentador ou termoacumulador do tamanho adequado.

A solução quando não há tomada por perto ou quando é preciso aquecer muito espaço de uma vez: garagem, arrecadação, uma casa de campo ou uma sala grande com pé-direito alto.
Exige ventilação na divisão e não deve ser usado enquanto dormes. Para terraços, vê as estufas de exterior.
Preferes comparar tu mesmo? Velocidade, inércia, consumo e tamanho da divisão dos oito sistemas mais habituais, lado a lado. Não há um melhor do que outro: há um que encaixa com a tua casa e com as horas que o vais ter ligado.
A coluna de consumo compara o gasto típico em uso de cada sistema —a potência que costuma ter e as horas que fica ligado—, não a sua eficiência: todos os aparelhos elétricos convertem em calor praticamente 100% da eletricidade que consomem. É orientativo e compara sistemas entre si, não modelos concretos.
Um split com bomba de calor para a sala, um bom termoacumulador para o banho, um termostato inteligente para não aqueceres a casa vazia... ou uma manta elétrica para o sofá.
As quatro objeções que mais travam a compra e as dúvidas que mais nos chegam sobre consumo, potência e segurança.
O que pagas não é o aparelho, são as horas. Ajusta a potência aos m², põe termostato e programa faixas horárias: é aí que está a poupança a sério.
Nenhum aparelho faz as duas coisas igualmente bem. Um aquecedor para o arranque e um emissor para manter resolve melhor do que subir de potência.
Viver em casa arrendada não te deixa sem opções: os radiadores a óleo e boa parte dos toalheiros e painéis funcionam ligados à tomada e sem fixar nada.
Os portáteis têm corte por queda, e os fixos, proteção contra sobreaquecimento e temporizador. A estufa a gás é a única que não deve ficar ligada durante a noite.
A referência habitual são 100 W por m² com um isolamento normal: um quarto de 12 m² fica em cerca de 1.200 W e uma sala de 20 m² em cerca de 2.000 W. Se a casa estiver bem isolada e tiver janelas novas podes descer para 80 W por m²; se for um apartamento antigo, no último piso ou com pés-direitos altos, conta 120-130 W. Passar da potência necessária não sobe a temperatura final: só encarece o aparelho e a fatura.
Pelo custo real da hora de calor, o split com bomba de calor: não gera o calor, transporta-o do exterior, por isso por cada kWh que pagas entrega-te vários de calor. Entre os elétricos puros a diferença de eficiência é mínima —todos convertem em calor quase 100% do que consomem—, por isso a fatura é decidida pela potência do aparelho e pelas horas ligado. Aí ganham os que se programam, como os emissores térmicos.
Calcula-se com uma regra simples: kW do aparelho × preço do teu kWh. Um radiador de 1.500 W são 1,5 kW, por isso basta multiplicar 1,5 pelo que pagares na tua tarifa para saberes quanto custa cada hora em pleno. Na prática paga-se bastante menos, porque o termostato liga e desliga o aparelho por ciclos em vez de o manter sempre no máximo: por isso um modelo programável acaba por sair mais barato do que outro da mesma potência sem programação.
Os dois dão calor estável e conservam-no ao desligar. O emissor térmico vai fixo à parede, costuma trazer programação por dias e é a opção para a divisão que aqueces diariamente. O radiador a óleo não precisa de instalação e mudas de divisão, embora pese e demore um pouco mais a arrancar. Se vives em casa arrendada, óleo; se for tua, emissor.
O que não faz ruído: emissores térmicos ou radiadores a óleo, ambos sem ventilador. Evita os termoventiladores, que são os mais ruidosos. E se o que procuras é calor na cama, uma manta elétrica consome muito menos do que aquecer o quarto inteiro.
O toalheiro elétrico, por dois motivos: aquece a divisão mais fria da casa e deixa a toalha seca, com o que evitas o cheiro a humidade. Além disso é o aparelho de menor potência da categoria, entre 300 e 600 W. Se o que queres é um golpe de calor enquanto tomas banho, um aquecedor cerâmico com proteção adequada resolve num instante. O que não convém é um aparelho com ventilador apontado a uma zona com água: verifica sempre o grau de proteção na ficha.
Sim, e é mais comum do que parece. Com 3,45 kVA contratados —o habitual num apartamento— um radiador de 2.000 W deixa pouca margem para o forno ou a placa, e o disjuntor dispara. Vê a potência contratada na tua fatura, soma os watts do que vais ter ligado ao mesmo tempo e, se não couber, reparte os horários com uma tomada inteligente em vez de contratares mais potência, que te sobe o termo fixo os doze meses. Dois aparelhos médios repartidos pela casa costumam funcionar melhor do que um muito potente.
Os aparelhos elétricos atuais têm proteção contra sobreaquecimento e temporizador, e os portáteis acrescentam corte automático por queda, por isso podem ficar ligados com o termostato posto; o recomendável é programá-los para uma temperatura baixa em vez de no máximo. As estufas a gás não devem ser usadas enquanto dormes nem em divisões pequenas e fechadas, porque consomem o oxigénio da divisão e precisam de ventilação.
Na maioria dos casos não: aquecedores, radiadores a óleo, convectores e estufas funcionam ligados à tomada ou com botija. Os emissores térmicos, os painéis e muitos toalheiros vão fixos à parede, uma montagem simples. Só o split com bomba de calor exige instalação profissional.
É o nome comercial dos emissores que usam um fluido térmico de cor azul no interior. A sua vantagem real é a inércia: demoram um pouco mais a aquecer, mas libertam o calor de forma muito progressiva e continuam a aquecer a divisão um bom bocado depois de desligarem, o que reduz os ciclos de ligação. Faz sentido se vais aquecer a mesma divisão muitas horas por dia.
É a compra mais rentável desta categoria. Uma tomada inteligente de poucos euros dá programação horária a qualquer radiador que não a tenha, e um termostato inteligente ajusta a temperatura por divisão e deixa-te ligar a partir do telemóvel antes de chegares a casa. Evitar aquecer a casa vazia poupa mais do que qualquer mudança de aparelho.
Sim. Tens 30 dias desde a receção para o devolveres gratuitamente, mesmo que já o tenhas estreado, desde que conserve o estado e os acessórios. Se surgir alguma incidência em garantia, a gestão fica a cargo da nossa equipa.
Escolher aquecimento não é procurar o aparelho mais potente do catálogo, mas acertar em três coisas: os metros que há para aquecer, quantas horas por dia vai estar ligado e se podes instalar algo na parede. Em radiadores elétricos e aquecedores reúnes todos os sistemas, do radiador de uso diário ao aquecedor de apoio e aos acessórios para controlar o consumo.
Os emissores térmicos são a opção de fundo para a divisão que aqueces diariamente: temperatura estável, funcionamento silencioso e programação por horas. Os radiadores a óleo oferecem a mesma inércia térmica sem instalação e com rodas para mudar de divisão. Os convectores elétricos e os radiadores de mica aquecem muito antes, ideais para usos curtos, e os painéis radiantes dão calor dirigido em corredores e zonas de passagem. Para a casa de banho, os toalheiros elétricos são os de menor potência da categoria.
Quando precisas de calor imediato, os aquecedores cerâmicos começam a soltar ar quente ao instante e repartem o calor de forma mais uniforme, e os aquecedores de parede fazem o mesmo sem ocupar chão. Em estufas e aquecimento tens modelos para apoio pontual e aquecedores a gás com muita potência de calor para espaços grandes ou sem tomada por perto.
A maior poupança não está no aparelho, mas em não aquecer a casa quando não está ninguém: com um termostato inteligente ou uma tomada inteligente dás programação horária a qualquer radiador e ligas a partir do telemóvel antes de chegares a casa. E se procuras o menor consumo por hora de calor, o ar condicionado com bomba de calor climatiza todo o ano com um só equipamento, no inverno e no verão.
Completa a casa com esquentadores e termoacumuladores para não ficares sem água quente e mantas elétricas, que consomem muito menos do que aquecer o quarto inteiro. Para o ar seco que o aquecimento deixa, dá uma vista de olhos em tratamento do ar. Tudo com envio rápido, garantia e 30 dias de devolução.